Áreas de Atuação

especialidades

Atuação em cirurgia oncológica do aparelho digestivo

Atuação em tumores de alta complexidade com avaliação individualizada e planejamento em equipe.

Diagnóstico, estadiamento e tratamento individualizado de tumores gástricos.

Tumores na transição entre esôfago e estômago com abordagem especializada.

Rastreio, diagnóstico e tratamento de tumores colorretais com equipe multidisciplinar.

Investigação e planejamento detalhado para decisão terapêutica em casos complexos.

Avaliação de metástases hepáticas com foco em casos selecionados do aparelho digestivo.

Quando há indicação, a colecistectomia (retirada da vesícula) é um tratamento consolidado e seguro,
A hérnia inguinal ocorre quando há fraqueza na parede abdominal na região da virilha.

Tecnologia como ferramenta para precisão em etapas delicadas, quando indicada.

DIFERENCIAIS

Acompanhamento Multidisciplinar e Tumor Board

01

Equipe multidisciplinar e Tumor Board: por que isso muda o resultado

Pacientes com neoplasias do aparelho digestivo, como tumores de estômago, esôfago, fígado, pâncreas, cólon e reto, frequentemente chegam ao consultório com perda de peso e possível sarcopenia. Isso interfere diretamente na segurança do tratamento.

Por isso, antes de qualquer cirurgia, a prioridade é avaliar e preparar o paciente com suporte multidisciplinar.

02

Quando a cirurgia fica mais arriscada

Paciente desnutrido ou sarcopênico não deve ser operado sem preparo adequado. 

Em muitos casos, é necessário fortalecer o paciente com suporte nutricional e recondicionamento físico, enquanto a oncologia clínica define a estratégia medicamentosa mais apropriada para aquele momento do tratamento.

03

Quem costuma compor a avaliação

A depender do caso, a avaliação pode envolver:

  • clínico geral
  • cardiologia (quando necessário)
  • nutrição
  • oncologia clínica
  • cirurgia oncológica

04

Tumor Board: decisão estruturada em equipe

O Tumor Board é uma reunião multidisciplinar para discussão de casos e definição da melhor conduta, sempre considerando diagnóstico, estadiamento, condição clínica e objetivos terapêuticos. 

Na Santa Casa de Porto Alegre, a discussão semanal de oncologia do aparelho digestivo fortalece decisões mais alinhadas e seguras para cada paciente.

05

Evidência: acompanhamento estruturado importa
Há evidências crescentes de que acompanhamento com equipe, hábitos de vida e estratégia estruturada impactam desfechos, incluindo sobrevida e qualidade de vida, em tumores digestivos.

ANTES E DEPOIS DA CIRURGIA

Preparo perioperatório: o que acontece antes, durante e depois da cirurgia

Em tumores do aparelho digestivo, muitos pacientes chegam com dificuldade alimentar, perda de peso e redução de massa muscular. O preparo perioperatório existe para reduzir riscos e tornar o tratamento mais seguro.
Pré-operatório

Objetivos mais comuns:

  • avaliar condições clínicas e cardiológicas quando necessário
  • melhorar estado nutricional
  • reduzir sarcopenia
  • organizar estratégia terapêutica com oncologia clínica
Durante a cirurgia

A técnica, o tipo de anestesia e o planejamento influenciam o pós-operatório.

Em cirurgias longas e complexas, o detalhamento técnico e a experiência da equipe fazem diferença.

Pós-operatório

O pós-operatório pode variar de acordo com o tipo de cirurgia e o estado clínico do paciente.

Em procedimentos de maior porte, a internação pode ser prolongada e exige acompanhamento estruturado.

Checklist para a consulta

Sugestão do que levar:

• exames recentes (imagem, endoscopia, biópsias, laudos)
• lista de medicações
• histórico de cirurgias e doenças
• contatos médicos relevantes (quando houver)

diagnóstico e prevenção

Tudo começa com prevenção: sinais de alerta e diagnóstico precoce

Em oncologia, diagnóstico precoce pode mudar completamente o prognóstico. Em tumores digestivos, muitos sintomas são inespecíficos e podem ser confundidos com condições benignas.
Quando investigar

Procure avaliação quando sintomas persistirem, especialmente se houver sinais de alerta:

• perda de peso sem explicação
• anemia
• dificuldade progressiva para engolir
• dor abdominal persistente
• sangue nas fezes
• alteração importante do hábito intestinal

 

Rastreamento e acompanhamento

A indicação de rastreio depende de idade, histórico familiar, sintomas e achados clínicos. Em casos selecionados, exames preventivos podem identificar lesões em fases iniciais.

Agendamento

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